segunda-feira, 1 de junho de 2015
sexta-feira, 22 de maio de 2015
Uma parede
de rocha e tempo.
para a eternidade.
(ao meu amigo Setu, mais acima noutra Finisterra, com um abraço.)
quarta-feira, 11 de março de 2015
Bambu
Bambu, no Jardim da Gulbenkian. aqui coabitam centenas de espécies, num dos mais belos e frondosos jardins da cidade.
Harmonia
para trás estendem-se as parcelas alinhadas, por vezes separadas por velhos muretes de pedra.
os moinhos caiados iluminam a paisagem, sebes de caniçais alternam com arbustos e fores silvestres, aqui e ali uma árvore de fruto consocia-se com outras produções.
árvore solitária
esta árvore cresce nas margens do tejo, no jardim do Parque das Nações.
alguém me sabe dizer o seu nome?
a resiliência das flores, árvores e arbustos ...
... em meio urbano.
no meio das pedras, à beira de estradas, nos incultos e terreiros abandonados, em pequenos aterros, por toda a parte estes (lindos) resistentes acolhem insectos, passarinhos, regeneram o ar que respiramos, encantam-nos os olhos e todos os outros sentidos.
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
Dunas e gramíneas
As dunas estão dependentes, neste longo jogo de interdependências que nos une, de pelos menos duas espécies de gramíneas, a ammophila arenaria (estorno) e a Elymus farctus, sem as quais a duna colapsa, pondo em risco o seu papel de defensora do litoral. Ameaçadas pela urbanização crescente e toda a espécie de mal tratos.
Que fazemos para salvaguardar os que, todos os dias, nos protegem?
naturlink
quinta-feira, 20 de novembro de 2014
Camarinhas
"Camarinha ou camarinheira (Corema album ou Corema album ssp. azoricum) é uma planta da família das Ericáceas, embora nalguns manuais mais antigos apareça associada à família das Empetráceas. As flores surgem de Março a Junho, masculinas e femininas em plantas separadas, mas são tão pequenas que passam quase despercebidas, sendo a sua polinização assegurada pelo vento. A ramagem liberta uma intensa e espectacular fragância a mel (dos Deuses).
É um endemismo ibérico, sendo frequente em sistemas dunares ou matas baixas dos pinheirais, ocorrendo desde Cádiz ao Algarve e ao longo de toda a costa portuguesa, até à Galiza, onde a pude observar no paraíso botânico que são as ilhas de Ons e Cíes. Ocorre também nos Açores, nas ilhas de São Miguel, Graciosa, São Jorge, Pico e Faial."
http://cantinhodasaromaticas.blogspot.pt/2009/08/camarinha.html
quarta-feira, 19 de novembro de 2014
"L’éthique du
respect de la nature est donc une éthique déontologique. Reconnaître une valeur
intrinsèque à chaque être vivant c’est admettre qu’elle existe d’une façon
telle que l’on ne peut en disposer de façon arbitraire, qu’elle ne peut être à
volonté ramplacé par un équivalent.
Aussi longtemps
que l’anthropocentrisme est dominant (cad que les être humains sont considérés
comme les seules fins en soi, digne d’être moralement considérées) la charge de
la preuve, là ou la diversité biologique
est en danger, revient aux protecteurs de la nature : ils doivent prouver
que telle perte de biodiversité biologique entrainera plus de coûts que
d’avantages pour les populations humaines. Se ranger au biocentrisme conduirait
à inverser la charge de la preuve : il faudrait que ceux qui proposent de
nouvelles activités, potentiellement dangereuses, apportent la preuve que l’on
a des raisons valables de détruire des valeurs intrinsèques."
Aux sources
des philosophies de l’environnement
Catherine Larrère
Dia de mar(é)
Onde quer que estejamos,
Para onde quer que vamos.
Precisamos de duas coisas:
Tomar conta da Terra.
E do Mar.
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